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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011
Reflexões de Natal...

Aproxima-se o Natal e com ele
chega o brilho e a intensidade com que se vive esta época.

Luzes e músicas lindas por
todos os cantos da cidade.

Correria para as prendas,
crianças a viver a ilusão do Pai Natal…

Enfim, todo um conjunto de
coisas que simbolizam o Natal.

Como eu gostava de saber o que
é a casa cheia nesse dia… As pessoas a chegaram trazendo algo especial para a
consoada, crianças a correr pela casa, confusão geral, brincadeiras, músicas cantadas
em conjunto, família reunida à mesa…

Mas a verdade é que nunca
soube o que isso é.

Nunca tive a minha suposta família
reunida na noite de Natal.

Os meus avós paternos nem os
conheci, os maternos nunca se sentaram à mesa da minha casa e mal sabem o meu
nome!

Gostava que as coisas tivessem
sido diferentes, hoje sei que é tarde demais para mudar seja o que for.

As únicas recordações que
tenho são de Natais passados com os meus pais e a minha irmã. Não tenho dúvidas
que tenham sido os melhores de sempre mas sinto um vazio em mim que jamais será
preenchido.

Não é suposto o Natal ser a união
da família?

Não é suposto esquecerem-se
conflitos e mágoas?

Por vezes tenho vergonha da família
à qual pertenço!

São só laços de sangue, são só
pessoas que mal se conhecem e que de todas as vezes que se encontram, acabam
por protagonizar uma história com final infeliz.

Já pedi que as coisas
mudassem, um dia… Hoje sei que isso é impossível e conformei-me com a
realidade.

E dou por mim a reflectir e a
fazer planos: um dia quero mesmo ser mãe!

Quero dar aos meus filhos tudo
aquilo que não me proporcionaram mas do qual eu tinha direito…

Quero que os meus filhos
conheçam e tenham orgulho numa família para além dos pais.

Quero dar-lhes o Natal que eu
nunca tive: com mesa cheia de pessoas boas e unidas, com alegria e esperança. Quero
que eles saibam a importância de se ter uma família.

Quero que eles percebam o bom
que isso é e lhes dê o devido valor.

Um dia, quando for mãe farei
tudo aquilo que um dia eu sonhei ter para mim.

Cresci depressa demais e sem
algumas bases que hoje ma fazem tanta falta. No entanto, tudo isso me
fortaleceu e fez de mim aquilo que sou hoje…

“Os amigos são a família que
podemos escolher!”

É a isto que me agarro e ganho
força para continuar…

 

publicado por Cris às 00:50
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